RISC, Práticas em negócios

Exportando componentes sem “oxidar” seus resultados

2015-09-04 09:00:01

Face a atual situação cambial, a exportação tornou-se ainda mais atraente e propicia a nossas empresas significante vantagem competitiva.

A exportação, além das vantagens intrínsecas ao processo, as vezes traz exigências que se não forem bem trabalhadas podem causar custos excessivos, chegando até a inviabilização.

Um grande desafio refere-se a casos onde os produtos, ao chegarem ao seu destino, deveriam ir diretamente ao processo produtivo dos clientes. Ocorre que é muito difícil, após submetê-los a semanas de transporte marítimo, em um ambiente extremamente agressivo e variações importantes de temperatura e humidade relativa do ar, que tais componentes cheguem ao cliente sem qualquer oxidação, onde na maioria dos casos, qualquer sinal desse processo impede a utilização dos mesmos.

Para evitar esse problema, nos obrigamos a proteger as peças com óleos ou similares, onde além do custo elevado, por exigências dos clientes e seu processo, esta proteção tem que ser removida antes da sua utilização, adicionando mais custos e tempo no ciclo do processo, custos estes que atuam diretamente contrários à competividade dos nossos produtos nos exterior.

Após anos de trabalho e desenvolvimento, envolvendo testes ao redor do mundo, conseguimos obter um processo de lavagem e embalagem que garante, após semanas de transporte marítimo, que as peças fiquem estocadas por até seis meses nas mais severas condições meteorológicas, sem qualquer proteção oleosa, ou seja, 100% secas e sem apresentar qualquer sinal de oxidação.

Isso permite, quando requerido, que o cliente utilize os componentes como retirados das embalagens e, mais importante, sem qualquer ocorrência de corrosão.

Para mais detalhes consulte o paper “SAE 2001-01-3979” , ou entre em contato conosco.

Gilson Vicentini
Consultor



Voltar